quinta-feira, 31 de março de 2011

JUSCELANE AGUIAR

Eu jamais esperei que ao longo de todos esses anos, um dos grandes sonhos pudesse não se realizar. Agora vem o conformismo ou a aceitação. Eu imaginei que nós seríamos eternas, mesmo que nós seguíssemos caminhos diferentes. Ao mesmo tempo eu jamais imaginei que o caminho poderia ser desviado ou encerrado. Falo do conformismo, mas preciso mesmo é aceitar. Aceitar o fato que você não está mais aqui conosco. De todas as suas previsões sobre nós, essa não estava inclusa no pacote. E nós nos vimos sem nada, repensamos o “nós”. Estamos descobrindo como precisamos umas das outras, estar cada vez mais perto e dizer que ama (o que nunca foi problema para nós). Precisamos também, antes de mais nada, nos consolar e nos aceitar como “pessoas” e não viver querendo mudar algo que não será mudado, mas melhorado. Pensar sobre isso já nos faz melhor. Estamos em crise e ela não vai passar amiga. Porque para que sejamos homens e mulheres precisamos viver todas as crises, aceitar todas elas e vencê-las. Esquece você não está incluso nesse pacote. E quem poderia? O abraço gostoso, a voz suave, as risadas de sempre, a inconstância, a sabedoria, a impetuosidade da tua personalidade fica aqui SEMPRE. Rezamos pedindo que você complete a tua jornada e não preocupadas com a tua ausência, porque sabemos que a tua espiritualidade vai te guiar agora. Que o Senhor esteja com você.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

TRINTONA TODAY!

Às 00:01 h para ser bem exato recebi hoje o primeiro telefone vindo diretamente do Maranhão me desejando o Feliz Aniversário! Nunca passei meu niver fora de casa em todos esses anos. Não que eu me lembre, é claro! Porém, não sinto lá o peso físico dos 30, meu cunhado disse que Deus queira que eu chegue nos 40 com o corpinho de hoje, isso sim foi um consolo.

Ter 30 é simplesmente ter 30, pelo menos não houve nenhum chororo até agora. KKKKKKKKKKKK
Ter 30, é ter feito um monte de coisas escondidas, outras nem tanto.
É ter namorado mais gente do que vocês poderão contar, é saber que estou com o couro grosso, e ainda acredito que alguém vai me ligar no dia seguinte, mas também se não ligar não vou ficar me lamentando.
É principalmente amadurecer.
É ainda gostar de seriados – e passar definitivamente muito tempo fazendo isso: Friends, Dexter, The Vampire Diaries etc. -, de desenhos animados, de animações – que ainda são desenhos animados. kkkkkkkkkk
É ter aceitado o corte do cordão umbilical melhor do que você poderia imaginar após 2 casamentos em um ano dos seus irmãos
É ainda sentir saudade dos amigos quase todos dias e ligar para eles quase todos dias só para se sentir mais perto.
É ter esperado 15 anos para o show do Bon Jovi e ter vivido isso com a melhor pessoa.
É morar junto com as amigas que viraram irmãs, e pensar no que elas vão querer que eu cozinhe amanha.
É gastar horrores com livros e sonhar em ter um biblioteca e um cinema em casa é claro!,
É sentir falta, muita falta de casa e não querer voltar porque o mundo é grande demais.
É você não quer mais perder tempo com ninguém, nem com nada que te atrase.
É ouvir da sua mãe um dia antes do seu niver que “você vai encontrar sua alma gêmea inusitadamente” e dar boas galhadas no final, rezando para que seja na hora certa!
É principalmente não querer voltar no tempo, porque cada momento foi vivido como se deveria independente de estar-se certo ou errado.
É fazer escolhas difíceis quase todos os dias e saber que a vida ainda é uma doce brincadeira.
É ainda não ter ido à Time Square, à Nova York e Londres, mas você sabe que vai porque agora o dinheiro é seu e você pode ir onde quiser!

GORDINHOS TAMBÉM AMAM

Outro dia resolvi sair de casa com minha amiga para comermos sushi. Fomos a um restaurante em nossa cidade não-natal que fica em frente à um tipo de praça onde as pessoas de reúnem com uma certa freqüência. Lá estava um palco armado e muita gente, nós do outro lado da rua nos sentíamos como em um camarote. Ficamos observando as pessoas que passavam, como estavam vestidas e conversávamos sobre o nada. Um dos motivos, que havia nos levado a sair de casa tinha sido uma vontade louca de ver uma mesa grande, ouvir a conversa das pessoas, ver todas sorrindo e felizes. Fazia um bom tempo que eu não saía de casa também. Na verdade nunca estive tão caseira. As pessoas que passaram ali para o festival de música de uma universidade local, pareciam ter saído de um clip do falecido RPM. Essa coisa da moda é uma loucuuuuuuuuraaaaaa! Me lembrei das minhas calças cor laranja e da outra vermelha. Engraçado esse movimento retrô, ou sabe-se lá como chamam esse retorno. Haviam muitos casais e eu e minha amiga lá sentada, um olhando para a cara da outra babando dizendo: “tudo que a gente queria era uma costela...” Tempos depois passa um casal que juntos deveriam somar uns 250 quilos. Desde da hora que desceram do carro todo mundo no restaurante parou para olhar para eles passando por entre as mesas. Caminharam calmamente até a mesa onde os amigos estavam aguardando. Impressionante, como foi unânime os sorrisos das pessoas de todos os lados. Como se uma pessoa mais adiposamente falando, não pudesse ter uma namorada. Ou vice-cersa. Para nós seres-desumanos “o estranho feio lhe parece”, e isso depende do seu referencial. O casal era lindo, você via que estavam apaixonadinhos. Um amor! Mais tarde chegou um amigo, que por sinal tem um humor ímpar! Contamos para ele o ocorrido e ele também injuriado disse que besta éramos nós três, lá sentados um olhando para a cara do outro e sozinhos. Demos boas gargalhadas! E abaixo ao preconceito meu caro colega!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

JUVENTUDE TRANSVIRADAAAAAAAAAAAAAAA

No meu tempo de aborrecente a moda era tentar explicar para os pais, o que era ficar. Minha mãe arrancava os cabelos quando eu dizia que “ficava com alguém”, porque ficar no tempo dela significava transar com alguém, o que para mim era um absurdo com 14 ou 15 anos. Hoje a juventude transvirada, toma exctasy no hotel do congresso passa o bombom de boca em boca e rola a maior suruba, ou orgia se você achar melhor. No meu tempo quem fumava maconha, era maconheiro, agora maconheiro é o traficante e maconheiro é usuário. Questões de vocabulário gente! O vocabulário mudou, mas e quem pega DST é o quê? Será que depois desse bombom essas pessoas usaram camisinha? E a questão não é só essa. É a banalização total do sexo. Não sou contra o sexo casual, mas isso é demaiiiiiiissss. Uma coisa é a casualidade, outra é achar que isso é comum, é normal que isso faz bem. Na verdade todo mundo quer alguém, e esse tipo de prática não preenche vazio nenhum. Vão por mim: sou careta nesse ponto e continuo feliz com isso. Vivo bem com isso. Como essas pessoas acordam de manhã e se vêem ali, todos nus, sabendo que foram penetrados homens e mulheres? Essa prática tem sido comum Outro dia vendo o Felipe Neto numa entevista no Jô Soares vejo que o mundo ainda tem esperança. A juventude de hoje corre mais rápido do que a nossa e a próxima? Por onde ando, vejo meninos e meninas de 10 anos sendo usuários de CRACK. No meu tempo crack era ter uma alucinação, porque era tão distante da nossa realidade que era impossível pelo menos ver uma pedra por aí. A necessidade de se adaptar ao meio, de fazer parte de uma sociedade – mesmo que imunda – ainda perdura. No meio de tantos hormônios e conflitos existenciais a droga ainda é uma fuga. A hipocrisia é grande. Outro dia minha amiga foi a uma boate e as meninas levavam bebida e cigarro para o banheiro para esconder os vícios, para dar uma virgem. Querer ser virgem também é um vício. O que mais as pessoas fazem para ser parte dessa sociedade? Mais um dia em uma boate em Teresina outro amigo sai do banheiro horrorizado com a carreira de cocaína no vaso sanitário. Sociedade FDP, isso sim. Nós a criamos, somos responsáveis por esses malditos padrões. As pessoas são só pessoas e nada mais. Cada um quer o seu lugar. Não vou muito longe... poucos meses atrás dois adolescentes fizeram uma aposta e um deles tirou a roupa na twittcam, só pelo simples prazer de ter uma maldita fama. Se os jovens de ontem eram inconseqüentes, os de hoje eu não sei o que dizer. Me dêem um adjetivo, por favor! Pais, vocês não sabem o que seus filhos fazem quando saem de casa! Quero muito ter um filho, ou talvez dois, mas nessa orgia atual sinceramente, estou pensando em adiar até que o mundo mude pelo menos um pouco. Há quem diga que vou morrer sem deixar ninguém. 

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

INVEJA MATA MESMO!

Em casa esse final de semana tive uma notícia ruim e outra péssima.  Eram ruins para mim para as pessoas eram ótimas! O que não vem ao caso aqui, mas é fato saber que ambas notícias libertaram um sentimento que a tempos não aparecia: inveja. E da boa... Inveja: s.f. Sentimento de cobiça à vista da felicidade, da superioridade de outrem: ter inveja de alguém. Minhas amigas brincam dizendo: “Em Terehell: onde os fracos não tem vez.” O que é bem verdade. Na verdade eu esperava o mínimo de reconhecimento, caros colegas, ninguém faz nada de graça para ninguém. A não ser que você seja Madre Teresa que por sinal morreu faz tempo. Não sendo reconhecida pelo simples ato da educação formal e informal, da civilidade acima de tudo e dos pingos nos “iiiiiiisssssss” me dei conta que estava zangada, irritada e triste ao mesmo tempo. Eu mal sabia que o bicho invejoso estava me corroendo o estômago. Se aquilo é felicidade ou não, eu só sei que eu queria igual e/ou melhor. Ontem revelando a minha inveja para um amigo ele disse: “pense que você é livre para voar.” O que é bem verdade. Se eu for contar o que tenho feito nos últimos meses daria vários posts, acho que ainda vai dar. Mas não é só inveja, mas com certeza ela é o sentimento mais forte no momento. As minhas baterias estão fracas e a preguiça anda grande. O pior é que está tudo preto e branco. Nada de arco-íris na paisagem... Só posso correr atrás e ver no que dá.

APATIA-INÉRCIA

Querida amiga da meia-noite,

Como foi profetizado, o retorno para casa foi o melhor e o pior dos últimos tempos. E ainda tende a melhorar e a piorar como sempre. Fiz a minha parte, como havia lhe falado e como já era de se esperar, a  apatia era total. Apatia = s.f. Indiferença, insensibilidade, indolência, marasmo, inércia. Uma inércia irritante. O que eu poderia esperar de alguém inerte? Um sorriso? Um “boa noite”? Hahahahahahaha, só mesmo apatia. Decidi levar mesmo a sério o que o Mestre havia dito há uns meses atrás: “risque o meu nome do seu Orkut”. Quando falamos de amor, não há mesmo civilidade nisso só “arranca rabos”. Principalmente quando outrem quer fazer de conta que é uma pessoa superior. Engraçado, quando não estamos mais envolvidos e conseguimos ver o que não vimos antes. Está tudo claro. O Mestre havia dito: nada de “civilidade”, é só esperar o momento certo para saber que você irá querer espetar o diabo com vara curta.Não foi por falta de esforço acreditem, eu nem me esforcei tanto! Mas estava lá claro como um copo de tequila cheio até a borda: mentira. É irritante saber que eu aceitei a situação por “n” motivos. Primeiro porque sou verdadeira o suficiente para aceitar a verdade que eu escolhi para mim, se outrem ainda vive uma mentira eu não tenho OVOS a ver com isso. O pior isso me irrita! Segundo, eu não preciso disso. Eu não preciso forçar uma barra, por isso para mim é a coisa mais normal desse planeta. Fiquei irritadíssima com a postura apática, inerte de outrem. Ora bolas! Então para quê tantos segredos guardados via TIM? Porque não pratos numa mesa limpa? Mestre, é mesmo um monte de blá blá blá. Homem continua sendo um bicho escroto e estranho. E lhe aviso de antemão sou amiga de vários exs, mas os dois últimos queria saber “que porra é essa”? Qualquer dia desses o Tiririca conta essa história de fará sucesso nos seus shows. Afffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Fériassssssssssss, curtas, mas fériassssssss.

Ainda não contei da minha aventura no Rio de Janeiro para vocês, posso dizer que “ele continua lindo” como na música... Já na estrada para Cabo Frio é possível perceber porque as pessoas são tão encantadas por aquele lugar. Logo no início da viagem passamos por lindas montanhas, fazendas com gado pastando por lá. Coisa linda que só vemos na TV. Juro como ainda tentei tirar uma foto para postar aqui, mas acreditem, não tenho uma Nikon ainda. Na viagem conheci um cara simpático, que dizia os nomes de todos os lugares por onde passávamos e falava um pouco da história do lugar. Se ele mentiu ou não eu não sei, mas foi bom ter uma companhia. Como ele, conheci várias pessoas no caminho, interessadas em saber para onde eu ia, porque eu ia e quando ia voltar. Enfim, até que o rapaz era interessante, mas eu não estava querendo ser a “outra” – já que ele era casado e pela segunda vez, o próprio me contara. Com muito sono e euforia, cheguei a Cabo Frio, lá estava o “Escaravelho” me esperando na rodoviária: “a itinerante nordestina”. O sol estava quase de rachar, e eu só queria mesmo era me deitar após quase 12 horas de voos e ônibus. As saídas foram bacanas, os homens são realmente lindos e querem pegar você demais. Hahahahahahahaha! Se você comparar o assédio dessas duas regiões completamente antagônicas, vai descobrir que o cara que dá em cima de você no nordeste é uma coisa e o do sul é outra completamente diferente. Onde meus pais moram e onde fui criada a vida inteira, não existe esse assédio, ou você faz parte de uma rede de relações onde você poderá conhecer um cara bacana ou pode esquecer. Se tiver sorte quem sabe? Dificilmente você sairá para algum lugar para alguém chegar junto. Às vezes acho que eles têm é medo! Levando em consideração os meus 29 anos, aí é que a coisa fica pior. Hahahahahahahahaha! Homens nessa idade estão extintos na minha região. Por onde andam? Não que eu seja lá muito exigente, mas é verdade. No dia seguinte à minha chegada, minha amiga veio para nos fazer companhia por mais 4 dias. Como eu já havia postado anteriormente e agora confirmando: nós podemos por um instante até viver outra realidade, mas quando acordamos precisamos viver o que temos. Tempos atrás, amiga da meia-noite, você passara por essa situação e como eu disse é tudo ilusão mesmo. É maravilhoso, mas a nossa realidade é outra. E para que ficar de tão longe pensando em coisas que não vão acontecer? Estão achando e que não gostei é? Acreditem, ainda vou voltar e curtir mais!

 DiaboAnjo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

OWWWW CALOR DO INFERNO!

Necessidade fisiológica é uma coisa que mata o ser desumano! Semana passada depois das férias intensas e de poucos dias, resolvi inovar: eu queria matar a minha sede. Não uma sede comum, mas A sede. Depois de ter sido um pouco mau-servida no RJ, precisava de alguma coisa para preencher o vazio deixado da viagem. Levando em consideração o calor insuportável de Sobral e Fortaleza, eu queria uma água geladíssima! Daquelas boas mesmo, que desce e vai gelando tuuuuuuuudooooooo. Mas owwwww água difícil. Segundo Dr. De Bono que escreveu sobre a Teoria dos Seis Chapeús – que eu fiz o favor de não usar – devemos ponderar sobre as situações, utilizando cada um dos seis chapéus. Nós seres-desumanos somos muito burros! Aqui jaz uma burra de plantão. Era mais óbvio que o vendendo em questão não estava muito interessado em vender a maldita da água quando você chegou ao balcão. Ele mal olhou para você, passou mais tempo falando no celular – dando uma de idiota – e na verdade ele achou que estava apenas lhe retribuindo um favor. Um favor? É de lascar. Os gafanhotos na barriga eram o primeiro sinal do fracasso. Geralmente são borboletas, às vezes tem lesmas, mas gafanhotos não são um bom sinal. Por onde eles passam devastam as plantações, geralmente são umas pragas. No segundo contato era óbvio que o vendedor de água nem sabia que água ele tinha no freezer – me questiono se ele sabia ler, porque ela muito óbvio que eu queria apenas uma água da boa. No meio de suas ofertas das marcas de água para vender ainda deixou dúvidas. Com gafanhotos na barriga e escravizada pelo pensamento de matar a sede a todo custo decidi ficar com aquilo que me ofereceram no momento. E lá vamos nós! Como se eu já não soubesse do procedimento padrão de abrir garrafas de água, mas aquela estava especialmente trancada. Decidi dar socos, ignorar, contar uma história para ela, talvez ela também tivesse tido um dia ruim – eu acabara de fazer uma prova de merda. Todas as pessoas tem dias ruins! A garrafa enfim, gelada com gotas de suor nas minhas mãos e eu lá esperando por um milagre para ser aberta. Depois de tanta impaciência decidi esperar, logo porque já havia horas que estava querendo um gole daquela merda, um dia ela ia abrir. O resumo da ópera? Quando finalmente consegui me deleitar, se bem que no começo eu jurava que ia ser tudo de bom.... Quando começou a descer eu percebi que a bendita perdeu completamente a graça, e água quente é uma merda mesmo. E se não bastasse a insatisfação perdi foi a vontade de a tomar outra, para que? Vai dar muito trabalho novamente...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Amizade ou amor?

Querida ‘amiga da meia-noite’, mais uma vez nos colocamos aqui jaz, um corpo estendido no chão. Defina-se então! Rimas à parte, eis que filosofar sobre o assunto, você sabe que não tem sido fácil. Desde que o mundo é mundo – se é que ainda é mundo devido às contigências atuais – nos aproximamos daqueles com quem nos assemelhamos. Quando nos perdemos no meio de tanto altruísmo, lá nos vem as mesmas perguntas de sempre: ‘onde foi que eu errei?’ Se partimos do pressuposto supracitado, de que semelhante atrai semelhante, não há motivos para nesse relacionamento fraterno nos permitir esses questionamentos. A vida está aí e isso nunca deixará de existir. Há de se considerar, que nós só somos amigos daqueles os quais nos querem. Ou você alguma vez ficou desejando horas a fio ser amigo(a) daquele(a) fulano(a)? No amor as coisas são completamente diferentes. Você nunca falou com ele(a) e a criatura está lá cavalgando nos seu sonhos como em algum conto erótico de Rachel Green, escondido debaixo do seu travesseiro. Desde a tenra infância somos desencorajados(as) a saber que não  há compensações no amor, ou é ou não é. Seus amigos podem passar dias sem lhe ligar, mas você sabe que eles ainda estarão lá por você. Experimente isso com a tal criatura do seu atual ‘desdém’? Provavelmente, como na música de alguém, “(…) você planta e vem uma vaca e acaba com tudo”. Filosofia de forró, bem nordestino. Uma amizade perdida, dependendo de como for, foi só uma amizade. Um amor perdido, tem a dor da morte de um ente querido sentida. Embora a amizade tal qual o amor possua lá sua desavenças, esta nunca é UNILATERAL como o amor o é. Quantos dias você passou pensado que pessoa “a”, “b” ou “c” iam lhe ligar? Ou porque você tomou literalmente um porre porque viu ele(a) ficando com outra(o)? É através da amizade que passamos a ter o primeiro sentimento de autonomia. Freud diria aqui que a primeira ilusão amorosa que tivemos foi quando descobrimos ainda crianças que não somos os olhos e os ouvidos de nossas mães. Esse rompimento edipiano nos faz buscar valor em outras pessoas, por isso a existência do elo da amizade. É através dela que sabemos que há uma continuação de amor não correspondido. Caso clássico para isso, serve para aquele(a) que se isola durante o ‘amor’, se separa dos amigos e mesmo depois que volta lá estão eles, nem que seja para lhe jogar na cara a verdade nua e crua e ainda em sinônimo de altruísmo – por terem sido deixados para trás – acalantar o seu pranto.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MAIS UMA …

Eu sempre acordo cedo, adoooooorooooooo acordar cedo. Tem coisa mais maravilhosa? Tem dias que invejo as pessoas que dormem até meio-dia, mas sinceramente não é para mim. Ontem, me balançando na minha redinha, sentindo o frio da manhã, um telefonema às 09:00 da manhã, mais uma vez me surpreende… Não que seja ruim o “um morto” lhe ligar, que você inclusive tem muito respeito pelos mortos – mas precisa revelar tanta falta de classe? Não sei porque, algumas pessoas depois que fazem a passagem fica apegadas a determinadas coisas aqui na Terra. Esse por exemplo, tem um desejo específico. Tudo bem, você pode manter um contato com o além, eles estão do outro lado, podem por vezes ver as situações de maneira melhor do que você. Nunca escondi como tenho medo de assombração, isso é um fato, principalmente quando há terceiros elementos envolvidos nisso. Depois que você decide enterrar “um morto”, decisão essa que deve ter no mínimo embasamento teórico e ciêntífico – precisa-se praticar o desapego total e absoluto. Há quem goste de manter em stanby, mas eu mesmo não! Já dizia Xico Sá, risque meu nome do seu orkut!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Peça de teatro de botequim.

 Tenho uma língua grande, se não tivesse tanta vontade falar/escrever nunca teria inventado essa história de blog... Ontem descobri que de tanto falar em máscaras recentemente tem gente que não anda conseguindo se sustentar nas suas. É sabido que quando se investe em um personagem novo, para sua vida ele leva algo de você. A vida sempre foi um eterno teatro, tem cada momento de aflição, alegria, desespero, felicidade... Mas até onde esses personagens vão? Quanto tempo conseguimos manter os personagens que criamos? Recentemente, amiga da meia-noite, mais uma das nossas passou a acreditar que se criasse um novo personagem, vestisse uma nova roupa, usasse uma nova máscara e colocasse uma pedra no passado as coisas iriam melhorar. Melhoram um pouco, ela não está mais só. Mas a custo de quê? Estar sozinho, tem muitos sentidos. Não adianta colocar uma pedra no passado. Não adianta achar que as coisas serão esquecidas, podem até ficar adormecidas, mas um dia elas virão à tona. Ninguém sustenta um personagem por muito tempo, nós somos as escolhas que fazemos e teremos sempre um preço a pagar por elas. E ora, amiga da meia-noite, há quem diga que a culpa é externa ou sobrenatural! Procuramos explicações sobrenaturais para as coisas muito naturais. Bem embaixo do nosso nariz. É mais fácil culpar os outros do que a nós mesmos. Nos sentimos enganados, quando na verdade nos enganamos e enganamos os outros. A culpa na verdade não é do outro é nossa. Nós criamos os personagens e a história, cabe a nós mesmo determinar o final feliz da nossa vida. Me lembra aquela música da Ivete: “não precisa mudar, vou me adaptar ao seu jeito, seus costumes, seus defeitos...”, para ser verdadeiro você precisa ser você mesmo, na mais pura imprecisão diária de adjetivos. É clichê: “não existe ninguém perfeito”, então para que fazer tipo mulherada? Ainda neste século? Acho que não nos cabe mais, que nos aceitemos umas às outras tais como animais na floresta, cada uma com a raça, cor, cheiro e importância na cadeia alimentar. Se você nasceu onça para quer ser macaco? Se é uma libélula para que ser cobra? Ou vice-versa. Tudo bem que aqui no nordeste o chauvinismo ainda é forte, mas a culpa ainda é nossa. Passamos mais tempo concorrendo com as outras e nos apontando que nos defendendo. Owwww raça desunina Senhor! Em verdade vos digo: mentira tem perna curta, cuidado para no final das contas não virar um Saci, que para piorar pode ser aprisionado em uma garrafa.

domingo, 5 de setembro de 2010

Por isso admiro “ele”.

“O pior tipo, no entanto, pior ainda do que o descarado, é o sonso, aquele que diz “só tenho olhos para você, meu bem”, e está ali com as retinas girando como radares em busca de qualquer bunda que passa.” (by Xico Sá)
Verdade seja dita, ‘ele’ sabe de muita coisa, ele é homem sabe o que diz. Recentemente injuriada com a maneira descarada dos acontecimentos recentes, é fato que você também um dia já passou por isso. Postei recentemente que as pessoas usam muitas máscaras. As colocam e as tiram com muita frequência. Quem não as tem? Eu tenho as minhas. Você com certeza tem as suas também. Mas fico injuriada como algumas pessoas são especialistas em usá-las para o mal. E quando me refiro ao mal, é para o mal mesmo. Acho que chega um momento em que não cabe mais “só tenho olhos para você, meu bem”. Mas, acreditem ainda tem que se ilude com isso. Nas mais longas ‘consultas’ no msn tenho percebido como nós ainda acreditamos nessas frases feitas, parecido poemas escritos em portas de banheiros de botequins. Quem nuca foi lá, fechou a porta e tem algo obsceno escrito? Na mais pura sacagem de mais baixo escalão? Com desenhos representando todas as posições do seu guia de bolso?  Nem mesmo os manuais existentes poderiam explicar tanta baixaria. E nós, ainda seres desumanos, acreditando, crendo, sonhando com tudo isso? Não há mais contos de cinderela, a gata borralheira lavando o chão, com a beleza escondida atrás da poeira da lareira. O mundo mudou. Nós mudamos, mas a conversa ainda é a mesma de todos os dias. Fico aqui injuriada com a falta de classe de determinadas pessoas. Abrir a porta do carro? Puxa a cadeira? Educação ainda vale. E minha amiga da meia-noite esperando o bendito do telefonema…  

Para sempre Xico Sá!


Para entender a pessoa amada


Vez por outra, amigo(a), baixa neste cronista uma entidade conhecida como “Miss Corações Solitários”, a mesma mística madame que era incorporada pelo escritor Nathanael West para socorrer leitores aflitos.
A consultoria amorosa é função, aliás, que exerço desde os anos 1980 –inicialmente em um programa de rádio em Juazeiro do Norte e mais adiante com o serviço “Poemas e cartas sob encomenda”, no Recife de todas as assombrações.
Os afogados do amor têm pressa. A eles, pois:
A primeira cartinha é de alguém que assina como “Carmem, a ciganinha desiludida de Jundiaí (SP)”. A queixa, resumida, da leitora: “Só me relaciono com caras que não querem ’se amarrar’. Por que eles hoje em dia são tão frouxos e covardes?
Temos hoje em dia basicamente dois tipos de marmanjos:
1) O desconfiado, que é aquele que se deu mal recentemente em algum relacionamento, acha ou foi traído de fato. Não importa. Tomou um pé-na-bunda e fica blasfemando contra as mulheres. Em vez de procurar uma terapia ou investigar a fundo as razões do “fora”, só pensa em vingança, vingança, vingança, como na canção das antigas. É o pior tipo que você vai encontrar pela frente, pois tem na cabeça aquelas obviedades do gênero “todas são iguais, elas não prestam blábláblá etc”.
2) Agora falemos do garanhão clássico, aquele tão envelhecido quanto o seu uísque. Este já casou, descasou, se acha o experiente, o esperto e, pelo que arrota, não quer mais se “aprisionar” a ninguém, nem mesmo às deusas.
O negócio é continuar o predador, exercer o seu don-juanismo que mais parece um atitude adolescente, de tão óbvia, de tão risível, tão comédia. Com ele, o jeito é jogar duro. Inclusive usando o tigrão sexualmente, se for o caso, e deixando claro, de cara, que não quer vínculo.
Ele vai ficar em parafuso, pois, mesmo que diga por ai que não quer nada, incomoda-se bastante quando as mulheres não “grudam”. Neste caso, as que “desprezam”, por sinceridade ou estratégia, marcam território e pontos.
Boa sorte, Miss C.Solitários.
A segunda cartinha, em resumo: “Meu namorado e eu vivemos uma forte relação, mas ele está sempre ‘quebrando o pescoço’ para olhar qualquer gostosona que passe pela frente. Quando brigo, ele sempre nega que olhou e eu fico com raiva e cara de boba. O que eu faço?” Ass. Mineirinha Incomodada, Serra do Rola Moças.
Resposta: Prezada colega de infortúnio, o homem, mesmo quando está gamadíssimo, ainda é capaz de quebrar o pescoço para mirar as gazelas. Um vício miserável, para não dizer falta de vergonha nas fuças. O desrespeitoso ato, porém, não significa um segundo que goste menos ou mais de você. É quase uma doença, uma praga.
O pior tipo, no entanto, pior ainda do que o descarado, é o sonso, aquele que diz “só tenho olhos para você, meu bem”, e está ali com as retinas girando como radares em busca de qualquer bunda que passa.
É, nenhum homem gosta de ser flagrado nessa sua safadeza de varejo. Nega até a morte. O melhor nestas situações, colega, é ser o mais irônica possível. Fazer humor para desbancá-lo com elegância. Que tal presenteá-lo com uma caixa de emplastro poroso Sabiá, aquele excelente curativo para o clássico torcicolo?
Escreva você também a sua cartinha.
Com o afeto que se encerra, Miss C.Solitários – aquela que não traz de volta a pessoa amada, mas ajuda a você entender porque ela foi embora.
& MODINHAS DE FÊMEA
“Eu não trairia um marido porque, quando olhasse para ele, teria de dizer: “Pô, mas esse cara é um corno!” (Danuza Leão, em O Amor de Mau Humor, de Ruy Castro).


Xico Sá escreve para o site yahoo.



INTERNAUTAS…

No nosso mundo ‘moderno’ passamos boa parte do nosso dia aqui, escrevendo, se informando sobre as notícias, fechando negócios, jogando video-game, fazendo uma conferência… A Internet aproximou muito as pessoas e também as afastou. Por causa disso os tímidos a usam como arma para flertes, dizer o que pensam e outras coisinhas mais. Como toda tecnologia – que particularmente eu amo – tem seu lado bom, a internet também tem seu lado ruim. As pessoas se escondem através dela, ou se revelam. Muito do que há aqui você não pode dizer o que é verdade e o que não é. Os segredos revelados aqui através dos mais diversos bate-papos existentes são inúmeros, alguns cada vez mais intrigantes. Se eu conto, ninguém acredita! É aqui que se relevam os desejos mais proibidos e outros nem tantos. O que se pode dizer dos sites pornográficos que crescem incansavelmente, atraindo cada vez mais ‘admiradores’? É aqui que ainda é dito o que não se tem coragem de dizer pessoalmente, porque é muito difícil – e sempre foi – encarar determinadas verdades e decepções. É melhor mostrar um emotion. Emotion é claro: emoção. E essas carinhas fofas que cada dia caem mais no gosto dos adolescentes, jovens e até mesmo dos adultos representam algo que não pode ser dito, visto, sentido no cara a cara. Esconda-se. Prenda-se. Fuja. É nas conversas constantes que tenho percebido as máscaras que criamos diariamente com tanta força. Tem dias que nem sei mais quem são as pessoas do outro lado, quando você menos espera está lá mais algo surpreendente acontecendo…

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O falecimento dos órgãos…

Ontem pela manhã me foi revelado  que ‘dead people’  tinha uma vontade desesperante que me assustou: queria um remember! Não um remember comum mas ‘o remember.’ Injruiado já que a moça em questão já não era mais tão ‘moça’, ele queria provar a sua masculinidade. Tive que passar pelo divertido momento de ter minha vida esquadrinhada, só me faltou os detalhes sórdidos. E ora! Para que esses detalhes tão pequenos de nós ‘outros dois’? Indignado à sua moda, o rapaz em questão nem se deu a trabalho de esconder a sua indignação, de que um outro alguém havia se divertido no seu antigo playground. Como se nós não tivéssemos vontade própria, necessidades fisiológicas, como todos os animais do mundo, e enquanto eu escrevo às 06:40 da manhã, com certeza tem alguém passeando pelo melhor parque de diversões do mundo! O mais divertido disso tudo é saber que a proporção do desejo de um é INVERSAMENTE proporcional ao desejo de outrem. Passado os manuais existentes nas livrarias, é sabido que para muitas coisas no mundo precisa-se ter talento e algumas pessoas realmente não tem. Algumas pessoas podem até não saber cantar, não ter voz, mas vão ali, fazem uma aula de canto e conseguem entrar no tom, mas tem outras que deviam direcionar suas habilidades para outras áreas. Muitas mulheres que passam por essa situação, não compreendem que os homens tem uma necessidade ímpar de querer ser o dono da mulher, principalmente aqui no Nordeste. É machista, eu sei, mas é verdade. Nada melhor do que um remember, uns orgasmos para provar que ela ainda sente algo por você, isso aumento o ego masculino. Acreditem, depois da diversão, tudo o que os dois vão querer é apertar o botão do alçapão e rezar para não dormir de conchinha, para não ouvir o ronco de um dos dois. Ao mesmo tempo serve para deixar em stanby. Amigas! Não caiam nessa! Principalmente se você não é profissional o suficiente para sair da situação depois, se você for então, que o ego feminino seja satisfeito, ou ambos! 

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Conversas sobre o nada

Esta semana está lenta e eu cada vez mais impaciente. Owww vontade louca da sexta-feira, do nada e do tudo ao mesmo tempo. Quero viajar ontem. Quero ver a bendita ópera. Quero o cheiro do novo. Quero os livros na mesa. Quero tempo também.


Tento rebobinar a fita e na verdade nem dá mais para ouvir o que está lá. Sinto falta de casa, isso é um fato. Quero minha cama de 2 m de altura, cama de solteira sem esperança de visita, meu edredon quadriculado, minha TV de 200 canais, minha escrivaninha, minha estante com os livros que ainda não li (mas até juro que um dia ainda termino), meu bonjovi, minhas medalhas, meu espelho, minha infinita maquiagem, minhas fotos (como sinto falta delas...), minhas amigas, meu amigos – inclusive os que ainda não conheci e até aqueles que não vejo há muito tempo, quero Nina, Anita e Shiva. Casa é casa, você só tem uma não importa onde você está.

UM BRAÇO + UM BRAÇO = ?

Amiga, eu sei que vai passar, foi só ontem. Mas você não acha que está tudo na sua cabeça, que está tudo na NOSSA cabeça? Podem vir carros bacanas, roupas bacanas, corpos bacanas... mas do que adianta se ainda não há uma mente bacana? Quanto mais duras somos com nós mesmos, mais exigentes ficamos. Do mesmo modo que exigimos as coisas da vida seremos exigidas, talvez até pior. Podem surgir mil viagens, nós podemos ir para Saturno - e ainda iremos - mas o que está no nosso coração ainda é o que vale. A paz de espírito é nós quem decidimos se vamos ter ou não, e isso amiga, não vai ter viagem que resolva. Nós somos o que somos e por mais que queiramos esconder dos outros, uma hora a casa cai. Um braço, ou dois braços para aquietar o juízo. A busca implacável e "justificável" uma hora vai acabar, eu tenho certeza, você não?

TURN BACK

Sou uma nostálgica assumida, e sinceramente nessa fase de estagiária a balzaquiana tenho me deparado com coisas para lá de nostálgicas. Dizem que se chega um momento da vida em que você vai se lembrando das coisas que passaram e reflete sobre elas. Tenho aprendido tanto esses últimos meses! Só, somente só, sozinha, alone, lonely comecei a entender tudo o que foi me pedido. Gostaria de poder dizer isso para quem me pediu, mas não posso. Não me sinto arrependida, se é o que parece, mas o ritmo de cada ser humano é ímpar. Em muitos momentos é preciso viver para saber o que há.

Descobrindo...

Quando acordei e olhei para o lado outro dia pensei: "quanta diferença!" Não que isso tenha alguma coisa de parecida comigo, mas estava lá. Na verdade ando realizado muitas coisas que me foram "impedidas" nos últimos tempos. Estou amando descobrir esse mundo novo. Não sou uma amadora, como a outra que se descabela por uma noite sem um braço. Mas também já tive meu momento ruim. Hoje é diferente. Avaliando a "passagem integral da ocupação mental" fico pensando no tempo quase perdido, nas noites mal dormidas, das horas pensantes, dos minutos inconstantes. Sinto que estou voltando a colocar o pé no chão, mas ainda sou impaciente, quero o ontem, o agora, o amanhã, o já. Quero o cavalo celado passando novamente. Quero vento na cara e cabelo voando. Quero continuar ofegante. Nunca tomei ácido, mas Xico, deve ser assim, como você disse. Ainda não estou pronta, existem coisas mais importantes agora, mas a "passagem integral da ocupação mental" ainda é um túnel bem comprido, pelo menos anda bem iluminado. 

segunda-feira, 19 de julho de 2010

AMIZADE

Quando estamos lá na frente do padre fazendo nossos votos olhando olho no olho da pessoa amada (ou não!) dizemos: “na alegria e na doença, na riqueza e na pobreza”, blá blá blá… Quando nós escolhemos os nosso amigos, muitas vezes nem precisa fazer juras, porque sabemos que eles estarão lá por você. Você não diz que ama constantemente, que sente falta, você simplesmente está lá pela pessoa. Seria tão bom se fosse assim no amor também… Se pudéssemos ver e sentir sem precisar provar ou falar. As amizades que tenho até hoje são de pessoas abençoadas. Já passamos por tantas coisas que daria um livro, com certeza com alguma páginas proibidas para ler, coisa nossa sabe como é? Hoje é só para agradecer a você que vive comigo constantemente, me aguenta na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, prometo-te ser fiel em todos os momentos de nossa longa vida. E se morte nos separar me guia para luz!