quinta-feira, 27 de maio de 2010
DE VOLTA PARA CASA
OS FANTASMAS SE DIVERTEM 2
quarta-feira, 19 de maio de 2010
VOCÊ TAMBÉM PODE
quinta-feira, 8 de abril de 2010
TORCIDA DESORGANIZADA
A torcida chega na esquina do posto de gasolina e de lá já se pode ouvir o hino do time.
O trânsito se torna mais lento e os carros impacientes começam a buzinar.
Desorganizadamente atrapalham o trânsito...
Ainda dispersos andam pela Av. Jonh Sanford, os carros da polícia vem logo atrás. Dois quarteirões da rua perpendicular por onde eles passam, está a torcida do time adversário com aproximadamente 200 pessoas. A polícia sabe que eles não podem se encontrar.
Quatro viaturas do ronda do quarteirão escoltam os torcedores.
terça-feira, 23 de março de 2010
Quem ainda tem saudades da Amélia?
Mais uma de alguém que tenho admirado suas palavras… Por Fernanda Pompeu.
Diretamente do site: http://br.noticias.yahoo.com/s/22032010/48/manchetes-ainda-saudades-da-amelia.html
O bebê nem nasceu e a cor de suas roupinhas está determinada. Rosa para menininhas, azul para menininhos. A criança nem fez cinco anos e seus brinquedos estão definidos. Bolas e carrinhos para ele, bonecas e bolsinhas para ela. Antes de completar trinta anos, ele estará na cabine do avião pronto para decolar. Ela, no corredor da aeronave, pronta para servir o amendoim e o refrigerante. Tudo isso com as honrosas exceções.
Todos os dias, milhões de mulheres se esforçam para mudar essa divisão de funções que dá poder aos homens e desvaloriza as mulheres. Mas há inegavelmente uma força - vinda das mídias, instituições, costumes - tentando frear o disparo feminino nos espaços públicos. Algumas mulheres abandonam o mercado de trabalho para voltarem ao reinado do lar.
Mesmo arriscando uma aproximação aos versos da canção Ai, que Saudades da Amélia. Aquela "mulher de verdade" que nunca contraria o companheiro e até diante da fome o consola: "Meu filho o que se há de fazer?" A música de Ataulfo Alves e Mário Lago embalou a fantasia da maioria dos homens nos anos 1940.
Uma voz que incendiou essa polêmica foi a de Maria Mariana. Dada a confissões públicas, a autora ficou famosa com o livro "Confissões de Adolescente", que virou série de tv com ibope. No livro, a adolescente é uma garota disposta a viver sua rebeldia. Anos depois, em 2009, Maria Mariana lançou o "Confissões de Mãe".
Até aí, nenhum problema. Toda mulher tem o direito de enaltecer e publicar o que quiser. O caldo entornou quando, numa entrevista a uma revista semanal, a autora declarou: "Deus preparou o homem para estar com o leme na mão". E mais adiante: "A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é no leme". No seu blog, Maria Mariana retruca que suas palavras foram distorcidas. E rechaça a ideia de mulher-bibelô: "Acho que o povo esquece que escrever dá trabalho. Estou escrevendo novela e vários projetos."
A polêmica é viva, pois filhos pequenos e trabalho fora de casa ainda é situação conflituosa para muitas mães. Isso se dá, principalmente, porque a gerência doméstica e o cuidado com os filhos continuam sobrecarregando as mulheres. A sociedade também não alivia a vida delas. Não há serviços sociais suficientes de apoio a mães com crianças. "O filho é da mãe" segue sendo uma máxima cultural. Há também quem tem clareza que ser mulher não é sinônimo de ser mãe. Do mesmo jeito que ser homem não é sinônimo de ser pai.
A mestranda em ciências dos alimentos Juliana Ferreira dos Santos, morando com o companheiro há um ano, não tem planos para bebês. Ela pondera: "Não sinto necessidade alguma de ser mãe. Além do aspecto pragmático: tenho muitos projetos a realizar e filhos atrapalhariam."
Outra jovem mulher, a nutricionista Camila Coussirat, escolheu o caminho do meio. Com dois meses de desemprego, descobriu que estava grávida e decidiu parar de procurar serviço. Agora seu filho Enzo está com quatro meses e ela anseia voltar para o mercado: "Quero ganhar meu dinheirinho e me sentir útil socialmente. Se fico em casa, sou útil apenas ao meu filho e ao meu marido. Preciso de mais."
Beleza
Outra espada sobre a cabeça das mulheres é a dominação dos seus corpos. Ser magra, bonita, elegante e jovem não é circunstância, é obrigação. Para as mais novas, a marcação é cerrada. As revistas estampam em suas capas mulheres magérrimas e chiques no último.
A psicóloga Rachel Moreno, autora do livro "A Beleza Impossível", esclarece: "Os modelos - de valor, beleza, felicidade - são introjetados desde a mais tenra infância e passam a ser modelos de aspiração. É com a Barbie ou a Gisele Bündchen que as meninas e mulheres querem parecer hoje. Afinal, ambas são referências de como a sociedade nos vê, nos quer e nos valoriza."
A impressão é que mudou a casca, mas não o conteúdo. Mulheres de carne e osso tentado se aproximar das mulheres idealizadas pela publicidade e pelos ditadores da moda. Também no quesito imagem, os homens levam a melhor. Um homem mais velho pode ser chamado de experiente e ser considerado charmoso. Já uma mulher mais velha é obrigada a sofrer com muitos preconceitos.
A massagista Sílvia Artacho, integrante do grupo Arco-da-Velha, conta que a maior dor é a invisibilidade: "Às vezes parece que a gente nem existe. É como se não estivéssemos."
Apesar das imensas contradições que rondam a cabeça de homens e mulheres, da estressante distância entre o real e o ideal, parece que uma volta ao antigo papel da mulher é impossível. Quem experimenta o gosto da autonomia, vicia. Acrescenta-se que hoje, para agradar, as amélias teriam que ser, além de submissas e cordatas, anoréxicas.
domingo, 21 de março de 2010
Os fantasmas se divertem
Fantasmas existem ou não? Também tem aquela história de que tipo de fantasmas estamos falando. Eles sempre estão por aí, seja para o bem ou para o mal. Na luz ou na escuridão. Digamos que no momento atual estão aparecendo mais na escuridão. Como mandá-los embora? Estou fazendo de um tudo: água benta, rezedeira, magia… Mas ele estão insistindo em ficar. Acredito que eles gostaram de ficar aqui. Na verdade eles estão se divertindo. Abrem as portas, conversam, riem, contam histórias mirabolantes, às vezes algumas são trágicas. Acho que eles esperam que eu possa participar disso e na verdade eu mal consigo me mexer. Muitas vezes entendo o que eles querem dizer, mas tem horas que o idioma ainda é um problema. É nessas horas que agradeço ao vinho!
sexta-feira, 12 de março de 2010
GO TO BACK TO BASIC
Ainda indecisa sobre o que vou ser quando crescer, fiquei a pensar como é uma loucura essa minha vida de ter pressa. Não de viver, mas de me decidir sobre muitas coisas. Se o céu é realmente azul ou se prefiro ele mesmo vermelho no momento atual. No meio de tantas incertezas, me sinto nostálgica pelas pessoas irem partindo aos poucos. Elas já se decidiram e eu ainda aqui. Uns meses atrás ouvi de um mestre: “espere que virá no tempo certo”. Incandescente com os desejos de uma adolescente-balzaquiana indecisa, essa semana alguém resolveu tomar decisões por mim. O mais insolúvel dos problemas passou a ser mais complexo do que já era. África ou Nova York. É algo mais ou menos assim. Não é uma questão de distância, mas o que essa distância e a escolha podem provocar de um modo geral. Ou a liberdade total e absoluta de literalmente um safári, com animais desconhecidos, o medo rondando a sua cabeça, pessoas diferentes, vidas diferentes... Ou simplesmente Nova York. Você já sabe quem são as pessoas, o que esperar delas, você vai se sentir segura e em casa. Vai ter muitos lugares para visitar nesta cidade, ainda maravilhosa, vai encontrar com os seus amigos lá, vai ter muito das coisas que você quer. Menos a liberdade. Por causa disso você começa a pensar no “e se...”. Esse “e se...” é bem claro. “E se...” eu não tivesse o que eu tenho, com certeza seria África. Ainda me vem “e se...” eu resolver daqui a um tempo cumprir o protocolo (e eu nem faço o tipo de quem cumpre) então, com certeza será Nova York. As hipóteses são muitas, e ainda estão incandescentes no meu EU. Enfim sós.
quarta-feira, 10 de março de 2010
LEGALIZAÇÃO DE QUE?
terça-feira, 9 de março de 2010
BANHEIRO VOADOR DE BAIXO CUSTO
Pensando em que o mundo realmente vai acabar um dia, eis que um sueco cria um saco biodegradável onde pode-se colocar dejetos e os mesmos tornam-se adubo. A invenção é de um professor e arquiteto de Estocolmo e a sacola se chama PEEPOO. Conhecendo a necessidade de várias pessoas no mundo inteiro que não possuem banheiro e residem em favelas, essa prática de utilizar o saco plástico é muito comum. Foi a partir destas observações que ele criou a sacola. No futuro a sacola poderá ser usada para cultivar as plantações. O objetivo do empreendedor é que a sacola seja vendida a preço de uma sacola comum. Atualmente estima-se que 2,6 bilhões de pessoas, ou cerca 40% da população mundial, não tenham acesso a banheiros. A defecação à céu aberto pode contaminar a água e o solo gerando doenças para as populações. Boa idéia!!!!! Se você quer saber mais entre no site: http://br.noticias.yahoo.com/s/08032010/84/mundo-banheiro-descartavel-custa-centavos-ainda.html